Fisioterapia ponta grossa clinica são joão

Gostou "Compartilhe"
  •   
  •   
  •   
  •   
  •  

Fisioterapia ponta grossa

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica e progressiva que afeta as fibras do sistema neural central (encéfalo e medula espinal). Devido à destruição da bainha de mielina, o impulso neural tende a ser prejudicado, alterando os movimentos, sensações e muitas funções do organismo. Com sintomas variados, a referida patologia é vista como intrusa à vida do indivíduo. psicologo

Apesar de um número relativamente pequeno de pessoas com EM sofrer invalidez severa, a incerteza e a variabilidade da doença criam estresses diários até para aqueles com danos mínimos1 . A característica mais previsível de tal patologia é sua imprevisibilidade. Não há dois pacientes cuja doença siga o mesmo curso e cada indivíduo sofre variações ao longo do desenvolvimento da doença. Essa incerteza adiciona uma carga significativa aos problemas físicos causados pela EM.

Fisioterapia ponta grossa

Fisioterapia ponta grossa

Ela é a principal causa de incapacidade neurológica em adultos jovens e de meia idade, sendo de importância inigualável, uma vez que seus efeitos normalmente aparecem durante uma fase muito dinâmica da vida – quando as famílias e as carreiras estão em desenvolvimento e escolhas críticas são imperativas2 . A EM pode ser dividida clinicamente em três tipos. A forma surto-remissão é definida para pacientes que apresentam surtos claramente definidos com remissão completa ou incompleta, mantendo períodos sem progressão entre os surtos. A forma de EM secundariamente progressiva é definida como um curso inicial tipo surtoremissão que posteriormente é sucedido por progressão com ou sem surtos ocasionais, discretas remissões e platôs.

Fisioterapia ponta grossa

A EM progressiva primária é definida nos pacientes que apresentam curso progressivo desde o início com ocasionais platôs e/ou discretas flutuações3 . Independente do tipo clínico da EM os pacientes geralmente são encaminhados para a fisioterapia quando já perderam sua capacidade de realizar atividades funcionais, ou parte dela, em um ponto em que a doença já provocou danos irreversíveis ao SNC. Embora a reabilitação não elimine o dano neurológico, pode atuar no tratamento de sintomas específicos favorecendo a funcionalidade. A terapia deve ser adaptada continuamente, de acordo com os déficits do paciente, e a combinação de técnicas pode ser efetiva, devendo então ser experimentada para o tratamento2 . O presente trabalho teve como intuito avaliar a eficácia do tratamento fisioterapêutico em pacientes com EM, analisando se há controle da fadiga, independência funcional para realização de atividades de vida diária (AVDs), ganho de amplitude de movimento (ADM) e força muscular, progresso do equilíbrio e marcha, no sentido de melhorar a qualidade de vida (QV).

MÉTODO As avaliações e sessões fisioterapêuticas tiveram iní- cio após aprovação do XI Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM sobre o nº de protocolo 04/10. Amostra Os pré requisitos estabelecidos para participação da pesquisa foram: ter diagnóstico confirmado de EM do tipo surto-remissão, ser residente do município de Patos de Minas-MG, cognição íntegra, acuidades visual e auditiva preservadas e concordância com o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE).

Após o levantamento da incidência de casos de EM no município de Patos de Minas (MG) perante a Gerência Regional de Saúde (GRS), constatou-se que havia 11 casos, destes, somente 6 encontravam-se na cidade e portanto foram avaliados: 2 indivíduos após a avaliação não se enquadraram nos critérios para receber a fisioterapia com enfoque reabilitativo, pois alteraria a homogeneidade da amostra. Participaram desta pesquisa longitudinal descritiva quantitativa 4 indivíduos do gênero feminino, com idades variando entre 33 e 53 anos (média de 45,5 anos) com diagnóstico de EM surto-remissão (média de 7 anos), com média de 3 surtos ao ano, sendo que 3 pacientes estavam em farmacoterapia (Copaxone® subcutâ- neo, 1 vez ao dia; Interferon 1a® subcutâneo, 3 vezes por semana; Interferon 1b® subcutâneo, em dias alternados) e 1 paciente não utilizava nenhum tipo de medicamento.

clinica de fisioterapia em ponta grossa, fisioterapia em ponta grossa, clinicas de fisioterapia em ponta grossa, clínica de fisioterapia, fisioterapia domiciliar, centro de reabilitação, fisioterapia esportiva, clinica de fisioterapia em ponta grossa, fisioterapia em ponta grossa, clinicas de fisioterapia em ponta grossa, clínica de fisioterapia, fisioterapia domiciliar, centro de reabilitação, fisioterapia esportiva