Neurologista  ponta grossa clinica subneural

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neurologista  ponta grossa

 Neurologista  ponta grossa O AVC é definido pela Organização Mundial de Saúde como uma Síndrome clínica que consiste do desenvolvimento rápido de distúrbios clínicos focais da função cerebral (global no caso do coma), que duram mais de 24 horas, ou conduzem à morte sem outra causa aparente que não uma de origem vascular. O AVC constitui uma emergência neurológica, onde a perda de tempo para a abordagem destes pacientes significa uma pior evolução. dermatologista  urologista

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Portanto, é uma emergência médica e deve ser conduzido prontamente. O papel do emergencista nesse aspecto é crucial, pois a pronta estabilização do doente e o início precoce da investigação etiológica são determinantes no prognóstico final. Como qualquer emergência médica, a abordagem inicial do paciente com AVC passa pelo ABC da reanimação. O ideal seria que um precoce atendimento fosse feito pelo neurologista, logo nas primeiras horas. Infelizmente, a maioria dos pacientes chega à emergência ou à Unidade de Referência muitas horas ou dias após o início dos sintomas. AVCs podem ocorrer em qualquer faixa etária, entretanto são muito mais freqüentes em indivíduos acima de 65 anos e a prevalência aumenta significativamente a cada década.

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A elevada incidência de seqüelas após o AVC determina importante impacto social e econômico. O AVC isquêmico é o mais prevalente (84% dos casos). Doenças Cerebrovasculares (DCV) ou Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) são enfermidades freqüentemente atendidas nas Unidades de Emergência. No Brasil, as DCV representam a primeira causa de morte, segundo as estatísticas do SUS.(Mortal. por DCV – 71 / 100.000 hab.). No mundo ocidental, correspondem à terceira causa de morte, a maior determinante de invalidez e a segunda doença causadora de demência.

2. TIPOS DE AVC Hemorrágico – geralmente causado por hipertensão arterial, ruptura de aneurismas, malformações arteriovenosas, vasculites, vasculopatias e discrasias sangüíneas Isquêmico – causado por tromboembolismo arterial decorrente de embolias cardiogênicas ou de grandes vasos, oclusão de pequenos vasos intracranianos, distúrbios hemodinâmicos e coagulopatias. No jovem, outras causas como vasculites, dissecção vascular, distúrbios da coagulação, enxaquecas e cardiopatias congênitas são mais freqüentes. Trombose venosa e dos seios intracranianos podem ocorrer em situações de hipercoagulabilidade e por outros distúrbios hematológicos.

3. DIAGNÓSTICO O diagnostico de AVC é baseado na história clínica. Chamam-se Acidentes Isquêmicos Transitórios (TIA/AIT) os casos de déficit neurológico também súbito de origem vascular que se resolvem completamente e espontaneamente em menos de 24 horas. Nessas circunstâncias, a conduta para o diagnóstico deve ser semelhante à do AVC completamente estabelecido. É fundamental que diante de uma suspeita de DCV se investigue o diagnóstico diferencial (ex. hipoglicemia e outros distúrbios metabólicos e tóxicos do SNC; crises epilépticas; enxaquecas; esclerose múltipla; neoplasias; encefalites e trauma).

4. CRITÉRIOS PARA FIRMAR O DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO CLÍNICA 4.1. É obrigatória a imediata participação do neurologista o mais rápido possível sempre que houver suspeita de AVC. 4.1.1 Os critérios clínicos para o diagnóstico do AVC consideram: • Déficit focal ao exame neurológico, com ou sem distúrbio de consciência.

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