Pediatra ponta grossa Dr. marcio santos

Gostou "Compartilhe"
  •   
  •   
  •   
  •   
  •  

pediatra ponta grossa

 Pediatra ponta grossa A meningite bacteriana aguda (MBA) é uma emergência infecciosa com alta incidência em crianças. O diagnóstico precoce e a instituição imediata do tratamento são fundamentais para o melhor prognóstico da doença. Apresenta altas taxas de morbidade e letalidade, que atingem 100% se não houver tratamento e, ainda com o tratamento ideal, as consequências podem ser graves. As complicações podem ser agudas, e, em longo prazo, são comuns as sequelas neurológicas. Este tipo de sequela ocorre em cerca de 10 a 20% dos casos e tem um espectro amplo, como perda auditiva, alterações do desenvolvimento leves ou graves, como paralisia cerebral e retardo mental. neurologista  dermatologista

Pediatra ponta grossa

Pediatra ponta grossa

Toda criança que apresente febre com sinais e sintomas de doença do sistema nervoso central (SNC), como alteração do estado mental ou qualquer evidência de disfunção neurológica, deve obrigatoriamente ser investigada quanto a infecção do SNC como diagnóstico inicial. A infecção pode ser difusa, quando há meningite (envolvimento de meninges), encefalite (parênquima cerebral) ou meningoencefalite (envolvimento meninges e encéfalo), ou focal como no caso de abscessos cerebrais. Os vírus são a causa mais frequente das infecções do SNC, principalmente os enterovírus.

Pediatra ponta grossa

Os herpesvírus demandam suspeita diagnóstica e tratamento precoce para uma melhor evolução. Os W-135. Acomete crianças de 2 meses a 12 anos, com picos frequentes em menores de 5 anos e entre 15 e 24 anos. Pode ocorrer de forma esporádica ou epidêmica. Geralmente segue surtos de influenza. A colonização nasofaríngea pelo meningococo dura de semanas a meses, e 1 a 15% dos adultos são portadores. Em 10% dos casos de doença, houve história de contato. A meningite pneumocócica apresenta alta mortalidade, ocorrendo em cerca de 19 a 26% dos casos. O risco é maior em crianças de baixa idade, que frequentam creche ou apresentem disfunção esplênica, HIV positivas, com defeitos anatômicos ou implantes cocleares. Os sorotipos 4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F estão associados às doenças invasivas, e os 6B, 9V, 14, 19A, 19F e 23F, à maior resistência penicilínica.

A incidência da doença diminui para os sorotipos cobertos pelas vacinas. No Brasil, os sorotipos 1 e 5 são responsáveis por 15% das doenças invasivas e estão incluídos na vacina pneumocócica 10 valente, que consta do calendário vacinal preconizado pelo Ministério da Saúde. Os sorotipos não cobertos pelas vacinas podem causar a doença. O Haemophilus influenzae Hib no perí- odo de pré-vacinação, era responsável por 45 a 48% dos casos de MBA nos EUA (90% tipo B) e 23 a 44% dos casos MBA no Brasil (99% tipo B). As infec- ções invasivas ocorrem entre 2 meses e 2 anos, principalmente em menores de 6 anos (pico entre 6 a 12 meses), em crianças não imunizadas ou com imunização incompleta ou com doenças de base em que a resposta vacinal é ineficaz (ex.: HIV).

Alguns patógenos estão associados à maior frequencia em determinadas condições, como a deficiência de complemento (C5-C8) e menigococo recorrente, disfunção esplênica e pneumococo, Hib e meningococo, fístula LCR e pneumococo, shunt e estafilococo coagulase negativo. A fisiopatogenia da MBA tem início após colonização nasofaríngea, invasão local e bacteremia com invasão meníngea. A replicação bacteriana no espaço subaracnoide e a liberação de componentes bacterianos atingem o endotélio cerebral, desencadeando um processo inflamatório intenso com liberação de citocinas. Há aumento da permeabilidade vascular, o que resulta em edema vasogênico, inflamação do espaço subaracnoideo e aumento da resistência ao fluxo liquórico com edema intersticial e hidrocefalia, além de vasculite com infarto cerebral. O edema citotóxico decorre da liberação de produtos tóxicos de neutrófilos e bactérias. Esses eventos causam aumento da pressão intracraniana, redução do fluxo cerebral e perda da autorregulação cerebrovascular. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS O quadro clínico apresenta um espectro variado, dependendo da idade e dura- ção da doença. Podem estar presentes sintomas inespecíficos, como manifestações respiratórias, mialgia, artralgia, taquicardia, hipotensão. As manifesta- ções cutâneas comuns são petéquias, púrpura e exantema maculopapular. O diagnóstico nos lactentes é baseado na suspeita clínica diante de um quadro inespecífico, como febre e irritabilidade. Manifestações como hipotermia, letargia ou hipoatividade, recusa alimentar, vômitos, diarreia, dificuldade respiratória, fontanela abaulada, convulsões e alterações do nível de consciência fazem parte do diagnóstico clínico, na ausência de sinais meníngeos. Em crianças maiores ocorre febre, prostração, anorexia, fotofobia, cefaleia, vômitos, bradicardia, aumento da pressão arterial, convulsões, alterações do nível de consciência. Sinais de irri

pediatra ponta grossa, pediatras em ponta grossa, pediatra em ponta grossa, dr jaime pediatra, pediatras em ponta grossa, pediatra em ponta grossa, dr jaime pediatra